sexta-feira, 27 de abril de 2018

Analisador de Oxigênio - Célula eletrolítica

Célula eletrolítica Se denomina célula eletrolítica o dispositivo usado para a decomposição mediante a corrente elétrica de corpos ionizados denominados eletrólitos, ou seja, transforma energia elétrica em energia química. Os eletrólitos podem ser ácidos, bases ou sais. O processo de dissociação ou decomposição realizado na célula eletrolítica e é chamado de eletrólise. Na eletrólise se pode distinguir três fases: • Ionização - É a fase antes da aplicação da corrente elétrica. Para a eletrólise é necessário que o material esteja na forma de íons, obtendo-se isto por dissolução ou fusão do material. • Orientação – Nesta fase, uma vez aplicada a corrente os íons se dirigem, segundo suas cargas elétricas, até os pólos positivos ( + ) e negativos ( - ) correspondentes. • Descarga – Os íons negativos ou ânions cedem elétrons ao anodo (+) e os íons positivos ou cátions tomam elétrons do catodo (-). Para que os íons tenham bastante mobilidade a eletrólise só deve ocorrer em dissoluções ou em sais fundidos. Salvo em contatos, casos como a síntese direta do hipoclorito de sódio, os eletrodos são separados por um diafragma para evitar a reação dos produtos formados. Para a síntese da soda também se tem empregado um catodo de mercúrio. Este dissolve o sódio metálico na forma de amálgama e é separado desta maneira. A célula é um dispositivo formado por dois eletrodos: A (ânodo) e C (cátions), submergidos num líquido contido de íons livres, como o M+ e X-.

Analisador de O2 (oxigênio) Célula de Zircônio

Analisador de Oxigênio por Célula Galvânica - Óxido de Zircônio Mede de 0,1 ppm a 100% O analisador de oxigênio por zircônio é adequado para monitorar e controlar qualquer fluxo ou atmosfera de gás variável que estejam limpos e secos. Utilizações típicas incluem a alimentação de ar enriquecido com oxigênio em fornos, índice de combustão da combinação de gases combustíveis e do teor de oxigênio para indústria medicinal e de alimentos. O analisador de oxigênio por zircônio mede oxigênio de 0,1 ppm a 100% e em atmosferas; a medição do sensor indica a quantidade de. O instrumento fornece resposta rápida menos de um segundo. Além disso, a exatidão da medição aumenta em concentrações baixas de oxigênio. A operação do sensor deste analisador é extremamente estável. Quando são necessárias verificações de calibração, uma calibração de um ponto é suficiente para a faixa total de medição de oxigênio (de ppm a %). • Mede oxigênio de 0,1 ppm a 100% em gases. • A exatidão aumenta em concentrações baixas de oxigênio • Resposta rápida: 1 segundo

Misturas de Gases Especiais

Misturas Gasosas Especiais Existe um número praticamente infinito de possibilidades de confecção de misturas e aplicações das mesmas. As misturas são preparadas a partir de gases com pureza conhecida (porcentagem, partes por milhão e partes por trilhão). Sempre na base molar; %mol/mol; µmol/mol (micromol/mol) conhecido com ppm e; ƞmol/mol (nano mol/mol) conhecido como ppt respectivamente. Diversas técnicas de fabricação são empregadas e depende de suas aplicações. A fabricação pode utilizar métodos de pressão parcial ou métodos gravimétricos. Para a preparação de tais misturas é necessário conhecer alguns aspectos: • Aplicação (para que e como será utilizada, tipo de equipamento, etc.); • Reatividade dos componentes; • Tolerância requerida pelo cliente; • Necessidade do cliente (Volume e pressão, tamanhos de cilindros). Apesar do número infinito de misturas que podem ser produzidas, há algumas limitações a serem consideradas: • Componentes que reagem quimicamente entre si, não podem ser misturados; • Misturas de combustível com comburente somente serão confeccionadas com no máximo 80% do limite inferior de explosividade do componente combustível; • As misturas gasosas são monofásicas. Para evitar riscos de liquefação, as pressões parciais dos gases liquefeitos são limitadas a 70% da pressão de vapor destes componentes; • As misturas liquidas devem respeitar alguns critérios para evitar a sua qualidade. • Para gases reativos foram estabelecidos limites mínimos para a confecção (sob consulta). Estes limites estão sendo continuamente revistos em função de avanços tecnológicos, o que possibilita a fabricação de misturas com concentrações cada vez mais baixas; • A estabilidade da mistura é função de diversas variáveis, tais como componentes e concentrações, tipo de material de construção dos cilindros, etc. Portanto, o prazo de validade de cada mistura é individualizado. As concentrações dos componentes das misturas são expressas em porcentagem, parte por milhão molar ou parte por trilhão molar, o que equivale a %, ppm em volume ou ppb em volume. Com relação a pintura dos cilindros contendo gases puros e misturas especiais, estas variam de acordo com o conteúdo do cilindro. Para as misturas de gases especiais, o cilindro é bege. No caso dos gases puros, o corpo do cilindro pode ser ou na mesma cor da calota ou bege. A calota do cilindro sempre será na cor do respectivo gás, atendendo à norma ABNT 12176/1994.

Embalagem de Atmosfera Modificada CO2 + O2 + N2 ( EAM)

Há um grande questionamento sobre como poder aumentar shelf life dos produtos alimentícios. Bem, este Blog é 100% técnico, não temos interesse em discussões comerciais, estão lá vamos nós e tentando ser o mais acadêmico possível. Alguns termos utilizado aqui são de uso acadêmico e por vezes de uso na pratica nas indústrias de gases, tais como a GTI Brasil Gases Ltda. Um cilindro de aço carbono ou de alumínio comprimido com uma pressão em até 200 barg com 50 % CO2 + 16% O2 em N2 balanço (quantidade suficiente para 100%) e por vezes com 50 % CO2 + N2 bal Uma empresa de Tapioca adotou as concentrações acima pois utiliza o sorbato de potássio, que é um sal de potássio do ácido sórbico sendo um conservante fungicida e bactericida, inibidor de crescimento de bolores e leveduras, amplamente utilizado na alimentação como conservante. Alguns testes em SP realizados com uma mistura 50/50 CO2/N2 e aumentou o shelf life em até 15 dias. O mesmo raciocínio é valido para as embalagens com lanches (carne branca, vermelha, peixe, tomate, alface, queijo etc). A pressurização desta mistura nas embalagens aumenta a vida útil destes alimentos nas prateleiras. Descrição da mistura A embalagem em atmosfera modificada é um método de conservação de alimentos que proporciona aumento da sua validade comercial. Diminui perdas com sua deterioração e facilita a comercialização dos diferentes produtos. Realizou-se uma revisão de literatura sobre tecnologia da embalagem em atmosfera modificada, analisando os seus efeitos sobre os micro-organismos, os riscos associados à sua utilização em alimentos e as misturas gasosas mais utilizadas nos diferentes produtos alimentícios. O efeito bacteriostático da embalagem em atmosfera modificada deve-se à ação do CO2, que aumenta a fase de adaptação e diminui a taxa de crescimento microbiano. A mistura ideal dos gases vai depender de vários fatores como; o tipo de alimento, a microbiota presente e o principal mecanismo de deterioração do alimento. Alimentos que não respiram, como carnes e derivados, devem ser embalados com filmes de baixa permeabilidade aos gases, enquanto aqueles que respiram, como frutas e vegetais, devem ser embalados com filmes que possibilitem a troca gasosa. A embalagem em atmosfera modificada (EAM) consiste na substituição do ar, no interior da embalagem, por uma mistura de gases como oxigênio (O2), dióxido de carbono (CO2) e nitrogênio (N2) ao redor do produto. O aumento do prazo comercial deste método de conservação de alimentos deve-se ao efeito inibitório do CO2 sobre os diferentes tipos microbianos e à redução ou remoção do O2 do interior da embalagem. A estratégia da embalagem sob atmosfera modificada é retardar o crescimento dos micro-organismos patogênicos e deteriorantes presentes, a partir da diminuição da concentração de O2 e da aplicação de níveis elevados de CO2, que possui efeito inibidor do crescimento bacteriano. A modificação da atmosfera no interior da embalagem é determinada pela interação de três processos: respiração do produto, difusão do gás através do produto e permeabilidade do filme aos gases. A difusão do gás é afetada pela temperatura, massa e volume do alimento, taxa de respiração e pela permeabilidade da membrana. A embalagem a vácuo é a primeira forma de EAM desenvolvida comercialmente, sendo empregada amplamente para produtos como cortes de carnes vermelhas frescas, curadas, queijos duros e café moído. Aumentos significativos no prazo comercial de produtos frescos e curados, obtidos com o uso da EAM, têm reduzido perdas por deterioração precoce e gerado aumento da distribuição de produtos de alta qualidade. Misturas gasosas são usadas com CO2, N2 e O2, em uma variedade de combinações, podendo ser com alta concentração de O2 (80%) ou baixa (16%), nas quais o N2 é usado como um gás de enchimento combinado com uma determinada proporção de CO2 que inibe os micro-organismos. Estes sistemas usam filmes de embalagem com barreira ao O2 e quase sempre essas embalagens são mantidas durante a estocagem e distribuição a 4 °C. . . . . . Boa leitura e a mente é infinita! Atenciosamente; Eng. Sálvio Filgueiras GTI Brasil Gases Ltda +55.011.9.5772.9062 +55.012.4101.7992 Rua Expedicionário Renato Nascimento, 420 - Distrito Industrial UNA 1 CEP 12.071-450 - Taubaté São Paulo - Antiga Rua N, 420

Gás VX

O Etil S-2-diisopropilaminoetilmetilfosfonotiolato, ou simplesmente VX é 300 vezes mais forte que o fosgênio. É letal a 10 mg/min/m³ no ar ou 0,3 mg por via oral. O "V" de VX significa longa persistência. Por isso, é mais perigosa e tóxica do que seus primos da variedade "G" como GA (Tabun) e GB (Sarin), que dissipam rapidamente e têm apenas efeitos de curto prazo. Na forma líquida do VX, é absorvida através dos olhos ou da pele da vítima. Ele toma uma ou duas horas para entrar em vigor e os seus efeitos resultam em morte. A forma gasosa, é mais mortífera do que a forma líquida e atua quase imediatamente na vítima. Os efeitos são piores quando ela é inalada e a morte é um fim ao sofrimento.

Gases Tóxicos, Gases Asfixiantes e Asfixiantes Simples

Os gases tóxicos podem ser classificados, segundo seus efeitos em irritantes; Asfixiantes simples e asfixiantes químicos. Os gases irritantes são substâncias de ação local que agridem o aparelho respiratório superior e os olhos. Podendo levar à inflamação dos tecidos e com risco de infecção secundária. São percebidos pelos seres humanos homem em baixas concentrações (vide NR 15 anexo 12). Eles podem produzir efeitos irritantes no trato respiratório superior e inferior. Porem o risco principal e a localização primária dos sintomas dependem grandemente da sua solubilidade em água e da concentração à qual os indivíduos se expõem. Assim os gases irritantes são divididos em dois grupos principais, baseado na sua solubilidade em água: Gases altamente solúveis; como amônia (NH3) e cloro (Cl2), que são bem adsorvidos pelo trato respiratório superior e rapidamente produzem efeitos nas membranas mucosas dos olhos, nariz e garganta. Gases menos solúveis, como fosgênio e dióxido de nitrogênio, são lentamente adsorvidos pelo trato respiratório superior e podem atingir o trato respiratório inferior, onde sua toxicidade será exercida. De uma forma geral a exposição é via inalatória. Os efeitos tóxicos sumarizados a seguir dependendo do grupo químico: Em caso de inalação podem aparecer cefaleia, conjuntivite, rinite, faringite, laringite, secura e insensibilidade nasal, hemorragia, edema de glote, edema laríngeo, pneumonite, bronquite. Podem ocorrer taquipneia, sibilos, tosse, infiltrado pulmonar e síndrome disfuncional reativa das vias aéreas. A exposição cutânea pode causar eritema e queimadura. Os asfixiantes são classificados, de acordo com o seu mecanismo de ação tóxica em: Asfixiantes Simples: São gases inertes, porém, quando em altas concentrações em ambientes confinados, reduzem a disponibilidade do oxigênio, onde ocorre o seu deslocamento estequiométrico em função do acumulo de outros gases e uma fração de 100%. Desta forma a substância ocupa o espaço do oxigênio na árvore brônquica. Ex.: nitrogênio, hélio, argônio, dióxido de carbono (CO2), metano, butano, propano e diversos gases liquefeitos do petróleo (GLP). Alguns gases aqui listados são asfixiantes simples e também são gases inflamáveis. Os gases inflamáveis em função de sua faixa poderá entrar na zona de explosividade, portanto o estudo de gases vai além deste texto hora aqui descrito. Asfixiantes Químicos: são substâncias que impedem a utilização bioquímica do oxigênio (O2). Atuam no transporte de oxigênio pela hemoglobina (Hb) e impedem o uso tecidual do oxigênio. Ex.: monóxido de carbono e substâncias metahemoglobinizantes, cianeto e gás sulfídrico (H2S) conhecido também como sulfeto de hdrogênio. Todo cuidado no trato com gases. Em sua grande maioria não ocorre a presença de odores e de cores. A GTI Brasil disponibiliza analisadores e sensores de presença. Faça uma consulta e bons estudos. Sálvio Filgueiras Formado em Matemática, Bacharel Química, Engenharia Química, Engenharia de Segurança do Trabalho Com 2 MBAs Mestrado em Gases Isolantes - Hexafluoreto de Enxofre

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Analisador de Gases Medicinais Paramagnético

De acordo com a RDC 167 de Julho de 2017, o oxigênio deverá ser controlado e analisado com um analisador de oxigênio pelo método conhecido como PARAMAGNÉTICO consulte a GTI e saiba mais.

Gases Medicinais

Os gases medicinais são medicamentos. A manipulação, comercialização e o seu envase deverá ser feito conforme a legislação em vigor. A não observância deste ponto poderá acarretar multa e até mesmo detenção. Solicite um contato com a www.gtigases.com.br e saiba mais.

C3F8 perfluoropropano E SF6 hexafluoreto de enxofre Você só encontra na Una Prime Gases Especiais. Em diversos tipo de embalagens. Faça no...